quinta-feira, 1 de julho de 2010

LATA COM MIGUEL MATOS


Miguel Matos Neto nasceu na cidade de Juazeiro do Norte no estado do Ceará.



Ele ressalta a importância da dança não só pelo fato de simplesmente dançar, mas pelos benefícios que a mesma proporciona ao corpo.



Miguel nos contou que os ritmos que mais gosta são os “que a percussão mais soa, como ritmos da cultura negra e indígena”, ele também gosta de “dança a dois, como a salsa, mambo xote e forró”. Além de trabalhar com música e dança Miguel também trabalha de agente de trânsito na cidade de Juazeiro do Norte.


Durante sua visita ao LATA Miguel mostrou um pouco de seu trabalho, ensinando a postura correta de como se abaixar, como andar, e ensinou a dançar vários ritmos, foi contagiante a dança. Todas as pessoas presentes no encontro foram afetadas por ele e por sua aula de movimentos corporais, através da dança e dos ritmos, onde por meio destes adquirirem-se vários benefícios tanto para ter uma melhor postura, quanto para ter uma vida melhor e com saúde, seja ela mental ou física. Sendo assim, foi muito representativa sua participação neste encontro, mostrando-nos como é importante cuidar não somente do corpo, mas também da mente através da dança.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Terreiro de Santa Lucia













































No dia 11 de Junho de 2010, tivemos a última apresentação do LATA (Laboratório Troca de Afetos ) na Universidade Federal do Ceará- Campus Cariri, sob o comando da profa Fanka, com a participação dos graduandos do 3º semestre do curso de Biblioteconomia.








Ficamos felizes com a presença da turma do Terreiro de Santa Lucia, com a Mestra Lucia contando um pouco da história do reisado para todos ali presentes.








Falou do começo difícil e de sua ligação com Mestra Margarida, uma lenda viva de cultura de reisado na nossa região.








Ela mostrou como é difícil manter viva essa tradição, e todos puderam ver a felicidade com que os membros participaram da apresentação no campus da nossa universidade, eles fazem por que gostam, e eles gostam de ARTE!!!
















A nossa equipe: Cícero, Emamoela, Niegila, Tayane e Yarla.





















segunda-feira, 21 de junho de 2010

ACONTECEU NO LATA DIA 10 JUN COM DIDI MORAES


A equipe composta pelos alunos do III semestre do curso de Biblioteconomia da UFC Campus Cariri (Carlos Oliveira, Isac José, Carlos Gomes, Eugênia Oliveira e Elisvânia Alencar, com a coordenação da profa. Fanca Santos) tiveram a honra da presença do carioca Didi, como prefere ser chamado, nasceu no dia 12 de abril de 1956 na cidade de Faraó, localizado na Serra do Mar, estado do Rio de Janeiro, segundo Distrito do município de Cachoeiras de Macacu, cidade que fica no caminho para Nova Friburgo. Filho de Vitorino e Virgínia. Pai de Davi e Isabel Virgínia. Esposo de Izaíra Silvino. Trabalhador de informática, licenciatura em música (incompleto, na UERJ) e vários cursos de informática. Trabalha atualmente no Banco do Brasil da cidade de Crato no Ceará.

Zapeando pela Net, podemos encontrar um site bem agradável que traduz em textos e imagens o que Didi Moraes tem de espontâneo, sua viola e seu coração. No site www.didimoraes.com você adentrará numa breve biografia, conhecerá alguns de seus trabalhos, saberão quais eventos ele participou, além de obter informações sobre seu livro e CD.


O CD é formado por 10 músicas instrumentais. Cada música possui uma breve descrição a respeito da sua criação. Elas serão aqui apresentadas pelo próprio Didi Moraes para que se possa compreender a dimensão da sua obra.


Vejamos agora como o Cavaquinho é tratado com carinho pelo Didi Moraes no folheto que acompanha o CD. Interessante lembrar que o CD acompanha um encarte também com transcrição dos nomes das 10 músicas no sistema de escrita braille.


"De ti me aproximo lentamente Erguendo a tampa de um estojo fino. Encontro-te a dormir, feito menino Envolto em pano de flanela quente. Com o peito ardendo de contente Aproximo-te a mim, meu ser divino Pois que parte já fazes do destino Que abracei ao pousar nesta torrente. Ao tocar com brandura as tuas cordas Sinto a força que emanas quando acordas Em trinados e acordes de carinho. Cada vez que me abraço com você Vibro em ondas e fluxos de prazer. Quem sou eu sem você, meu cavaquinho!”

Carlos Oliveira

terça-feira, 15 de junho de 2010